Quitéria vai assumir Fundação Luís Eduardo Magalhães, diz site

O Site bahia.ba apurou que uma eleição será realizada na tarde desta quinta-feira (30) pelo conselho da instituição apenas para aprovar o nome, avalizado por Wagner.
Sem cargo público desde que passou o comando da União dos Municípios da Bahia para o seu escolhido, Eures Ribeiro (PSD), prefeito de Bom Jesus da Lapa, a ex-presidente da UPB, Maria Quitéria (PSB), vai assumir a presidência da Fundação Luís Eduardo Magalhães (Flem). Ela era cotada para assumir a Defesa Civil Estadual.
O site apurou que uma eleição será realizada na tarde desta quinta-feira (30) pelo Conselho de Administração (Conad) da instituição apenas para aprovar o seu nome, que tem o aval do ex-governador e atual secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Jaques Wagner. A indicação não é do partido de Quitéria.
A ex-prefeita de Cardeal da Silva vai substituir o atual comandante da Flem, o mineiro Jones Carvalho (PT), que coincidentemente anunciou o adiamento da entrega do título de cidadão baiano concedido a ele pelo deputado estadual Gika Lopes (PCdoB). A homenagem estava marcada para esta sexta (31), às 9h, na Assembleia Legislativa, mas, em função de manifestações políticas contra o presidente Michel Temer (PMDB), previstas na data, foi postergada para o próximo dia 2 de julho, que também é o feriado da Independência da Bahia.
Avaliada como detentora de boa densidade eleitoral, Maria Quitéria é um dos nomes cotados na base aliada do governador Rui Costa para ser candidata a deputada estadual, ou mesmo federal, na eleição de 2018.
Da Redação: (esplanadagora@gmail.com)
Foto: Carol Garcia/GOVBA
Fonte: Bahia.ba

Vendas caem na Bahia e distribuidores preveem demissões

As vendas de carne no mercado varejista da Bahia tiveram uma queda de até 25% após a deflagração da operação Carne Fraca, há dez dias, segundo dados da Associação dos Distribuidores e Atacadistas do estado (ASDAB). O órgão ainda prevê aumento no desemprego no setor por conta do impacto negativo da ação no mercado.
“Há uma oferta bem maior de produtos no mercado interno e, com isso, os preços tenderão a cair. O aumento será muito bom para o consumo, mas, para o produtor, será muito ruim. Então, já estima-se aí que o número de desempregados em curto prazo da cadeia fique em torno de 7% a 10% “, afirmou o presidente da ASDAB, Antônio Cabral, ao G1.
Segundo o órgão, os supermercados mantêm produtos de marcas investigadas nas prateleiras, mas mesmo com promoções que chegam a 30% as vendas despencaram nos últimos dias.
De acordo com a reportagem, atualmente, o parque industrial baiano registrado no Serviço de Inspeção Estadual (SIE) é composto por 238 indústrias, sendo 38 matadouros frigoríficos (bovinos, suínos, caprinos, ovinos e aves), 141 laticínios, 23 de produtos cárneos, 11 de pescado, 13 de ovos e 12 de mel.
O site detalha que em Itapetinga, no sudoeste do estado, onde fica o maior rebanho bovino da Bahia, frigoríficos que exportam carne para países asiáticos estão preocupados com as restrições. Um deles, que está em atividade há quatro anos e gera mil empregos diretos, começou a exportar a carne para Hong Kong e para a África há quatro meses e espera que a polêmica que envolve a produção de carne seja superada para ampliar os negócios para o Líbano e outros países do Oriente Médio.
“Isso prejudica a cadeia como um todo, desde o produtor a todos os frigoríficos. E nós nos incluímos nesse meio, porque isso tudo cria essa imagem negativa por um problema que nós cremos ser pontual. Cria uma imagem negativa para todo o país”, diz José Marcos Costa, diretor do frigorífico, que produz, por mês, cerca de mil toneladas de carne.
Também para o site, a Associação Baiana de Avicultura (ABA) diz que, como o estado da Bahia destina apenas 2,5% das 20 mil toneladas de frango que produz ao mês ao mercado exterior (para países como Venezuela, China, Hong Kong e Japão), ainda não há um impacto na produção, já que o mercado interno continua sendo abastecido.
No entanto, o presidente do órgão, Dario Mascarenhas, prevê uma uma “inviabilização” da atividade no estado em função da concorrência, a médio prazo, que deve aumentar a oferta interna como consequências das restrições dos países compradores. “O impacto maior [da operação Carne Fraca] é nas empresas exportadoras. Hoje, a Bahia entra com uma participação de apenas 2% da produção nacional e uma exportação muito pequena. Então, não está sendo afetada ainda. Mas a médio prazo, caso o mercado externo continue com as retrições, os exportadores brasileiros vão colocar os produtos que deveriam sair do país no mercado interno e esses produtos dos outros estados vão chegar aqui mais baratos e inviabilizar a nossa atividade. É uma coisa que prevemos caso a situação não seja normalziada até abril”, destacou.
Conforme Mascarenhas, a Bahia só produz 60% da carne de frango que consome. O restante vem de outros estados. “Vai haver um desequilíbrio na balança entre a oferta e a procura. Esse excesso de produto no mercado, por conta da dificuldade em se exportar, vai fazer uma pressão muito grande sobre os preços e essa baixa nos preços com certeza vai afetar a viabilidade das indústrias baianas. Já estamos passando por uma crise econômica e isso já vem afetando e, inclusive, reduzindo a nossa produção e, se essa situação, não conseguir ser contornada, certamente o estado da Bahia terá uma perda muito grande na sua produção”, concluiu.
 
Da Redação: (esplanadagora@gmail.com)
Foto: Divulgação
Fonte: Bocão News

Por que o Brasil tem um povo feliz apesar do enorme fosso social

O Brasil tem um dos piores índices de desenvolvimento humano da América Latina, mas ocupa uma posição de destaque entre as nações mais felizes no mundo. O que explica a contradição?
PARADOXO Mesmo com um Índice de Desenvolvimento Humano estagnado, brasileiros se dizem felizes em pesquisa da ONU.
Todos os dias, adolescentes do Complexo do Alemão, uma das regiões mais violentas do Rio de Janeiro, se reúnem para jogar futebol em algum campo da comunidade. Em meio à pobreza escancarada, de pés no chão, eles se divertem durante a partida improvisada. Diariamente, mulheres acordam no interior do Nordeste, antes do dia clarear, para percorrer quilômetros e deixar seus filhos em creches ou escolas. Incansáveis, elas superam barreiras para garantir o acesso de suas crianças à educação. Quando o sol se põe na zona leste de São Paulo, trabalhadores das regiões mais afastadas encerram o expediente, encontram amigos em algum bar e falam sobre amenidades, para espantar as dificuldades do dia a dia.
Mesmo diante da falta de perspectiva, eles renovam a expectativa de uma vida melhor. Cenas como essas mostram que o sorriso no rosto se tornou uma espécie de marca registrada do brasileiro. A atmosfera otimista foi captada por um estudo mundial sobre a felicidade, divulgado pelas Nações Unidas na segunda-feira 20, que coloca o Brasil na 22ª posição em uma lista de 155 nações. Em contrapartida, um dia depois, outro relatório da ONU, que mede o índice de desenvolvimento humano, nos colocou no 79º lugar entre 188 países e apontou que, desde 2010, é a primeira vez que o indicador estagnou.
DESEMPREGO Nos últimos anos, milhares de brasileiros perderam o emprego com a crise, o que aprofunda a disparidade na renda per capita
DESEMPREGO Nos últimos anos, milhares de brasileiros perderam o emprego com a crise, o que aprofunda a disparidade na renda per capita
Para algumas nações, tais indicadores mostram coerência. No índice realizado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), Noruega, Suíça, Dinamarca e Austrália aparecem entre os dez países com melhor IDH do globo. Não é à toa, portanto, que são também as regiões que abrigam os cidadãos mais felizes. No caso do Brasil, os números revelam resultados aparentemente contraditórios. Um dos motivos que ajudam a explicar a conjuntura é a diferença na realização dos estudos. Para medir o IDH são utilizadas informações sobre renda, saúde, educação e expectativa de vida. “O conceito está relacionado às condições básicas para que a pessoa tenha possibilidades e consiga aproveitar oportunidades”, afirma à ISTOÉ Andréa Bolzon, coordenadora do estudo do Pnud. Já a pesquisa sobre a felicidade capta aspectos subjetivos dessas populações. “Questiona-se a autopercepção e como as pessoas se sentem diante da realidade em que vivem”, diz Saulo Rodrigues Filho, professor e especialista em índices do Centro de Desenvolvimento Sustentável da Universidade de Brasília. Por isso, o Brasil alcança uma colocação melhor nesse ranking. “Apesar de todas as dificuldades do presente, há uma esperança em um futuro melhor e uma ideia de felicidade mesmo em condições precárias, o que pode ser visto também como resignação.”
 MISÉRIA Moradores de rua na praça João Mendes, no centro de São Paulo: aumenta a população em situação de vulnerabilidade social
MISÉRIA Moradores de rua na praça João Mendes, no centro de São Paulo: aumenta a população em situação de vulnerabilidade social
Muitos intelectuais brasileiros explicam do ponto de vista sociológico a ideia da felicidade presente mesmo em um contexto de miséria e subdesenvolvimento. A metáfora do homem cordial, criada por Sérgio Buarque de Holanda, trata do ser humano passional, não pacífico. A intolerância é uma marca recorrente na história do País. A passionalidade, confundida com cordialidade e bondade, é usada para o bem e para o mal. “Isso pode ser uma chave para entender como nos percebemos felizes mesmo com uma visão alienada, confusa e irracional sobre nossa condição de vida”, afirma Paulo Silvino Ribeiro, professor da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (Fespsp). “Há uma falta de percepção política sobre a nossa realidade.” Na canção de Chico Buarque, “Dura na Queda”, a letra traduz os sentimentos de uma mulher que enfrenta dificuldades no dia a dia, mas que resiste e se diz feliz. “Perdeu a saia, perdeu o emprego, desfila natural.” Ao mesmo tempo em que ressalta “a dor não presta, felicidade, sim.” Dessa forma é possível entender que tanto no período da escravidão, quanto na crise econômica, a felicidade é vista como um tipo de escape social.
No relatório da ONU, um dos fatores responsáveis pela estagnação do IDH é a queda na renda do brasileiro. “Esse movimento se reflete no PIB e significa menos dinheiro para manter um padrão de vida digno”, afirma Andréa. Quando o índice de desenvolvimento para ou cai, é preciso prestar atenção, uma vez que ele mede as condições mínimas para uma vida com qualidade. Segundo o documento, somos o 10º país mais desigual do mundo. A disparidade faz com que tenhamos cidades como São Caetano do Sul, em São Paulo, com a maior renda per capita do País, de R$2.043,74, e municípios como Marajá do Sena, no Maranhão, com R$ 96,25. “Retomar o crescimento econômico não basta, os benefícios do desenvolvimento têm que chegar a todas as classes”, diz a coordenadora. Nesse sentido, o relatório mostra que a exclusão de mulheres, negros e indígenas é um entrave ao avanço da economia. No Brasil, a desigualdade de gênero é um dos problemas mais sérios. Apesar de o nível educacional das mulheres ser mais alto, os homens ainda têm uma renda 66,2% superior.
FELICIDADE Brasileiros assistem aos jogos da Copa em 2014: idéia de felicidade está relacionada à esperança de um futuro mais próspero
FELICIDADE Brasileiros assistem aos jogos da Copa em 2014: ideia de felicidade está relacionada à esperança de um futuro mais próspero
Além disso, outros aspectos ainda rebaixam o Brasil diante de outros países. A elevada taxa de desemprego gera o aumento da pobreza e da informalidade. “Quando a economia estagna, diminuem os chamados low skill jobs (empregos de baixa habilidade) e quem depende deles fica sem nenhuma renda”, afirma Andréa. Embora a expectativa de vida tenha melhorado, o aumento da criminalidade ainda é responsável por inúmeras mortes em todas as regiões do País. O Brasil registra 60 mil homicídios por ano. O acesso à educação também apresentou melhoras do ponto de vista quantitativo, mas elas ainda são insuficientes. Para avançar no ranking e sermos um País de fato feliz é preciso investir em políticas de inclusão social e financeira, de ação afirmativa e no desenvolvimento humano sustentável, para que, em épocas de recessão, pessoas com menor poder aquisitivo não voltem à situação de pobreza. “Devemos fazer uma autocrítica e encarar a nossa infelicidade”, diz Ribeiro, da Fespsp. “Historicamente, tivemos um sistema que se moldou de forma a não dar condições para o nosso bem estar, direitos e nossa cidadania.” E são esses os valores que precisamos alcançar.
Os indicadores brasileiros

79ª é a posição do Brasil no ranking do índice de IDH da ONU entre 188 países
O país ocupa o 10º lugar entre as nações mais desiguais do mundo
O Brasil caiu 19 posições no que se refere à desigualdade de renda
Em contrapartida, o País ocupa a 22ª posição entre as nações mais felizes do planeta em um ranking de 155
O mais alegre é a Noruega, E o mais infeliz, a República Centro Africana

 

Da Redação: (esplanadagora@gmail.com)
Foto: Divulgação
Fonte: Isto É

Atores ensaiam para realização do maior espetáculo a céu aberto do Litoral Norte, A Paixão de Cristo.

Esplanada sempre se destacou e se destaca ainda com talentos no campo da arte, seja na música, na dança ou na dramaturgia. A Peça Teatral “A Paixão de Cristo” é um grande exemplo e referência da valorização dos artistas locais e do fomento à cultura.
Considerado o maior espetáculo a céu aberto do Litoral Norte da Bahia, os atores, equipe de produção e direção já estão nos ajustes finais para a apresentação deste ano. Com mais de 50 atores, todos de Esplanada, a edição desse ano leva a assinatura do prof e ator Fabrício Pimenta, que tem 25 anos de teatro e que terá participação especial em dois dias na Paixão de Cristo de Nova Jerusalém em 2017.
A cenografia da edição 2017 está por conta de Carlos Bandeira, mais conhecido como Bandeirinha, a produção é da TL Produções Artísticas e a realização é da Secretaria de Cultura e Turismo com total apoio da Prefeitura de Esplanada.
O espetáculo reúne dramatização dança e canto no Palco.

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A edição 2017 vai ter 4 novidades:
  1. A estreia será na quinta e reapresentação na sexta. E não mais sexta e sábado
  1. A montagem deste ano conta com Thais Laila, atriz que fez malhação e novelas da Globo e Record e é filha da cidade, foi indicada em 2015 ao prêmio Braskem como melhor atriz da Bahia e tem quadro no programa Mosaico, da TV Bahia.
  1. O espetáculo este ano traz também mais dois artistas profissionais que são esplanadenses e que moram em salvador: Taii Lopez, dançarina formada pela Ufba e também cantora, esposa do musico Cesário Leoni. E Thiago Ribeiro, formado em artes cênicas pela Ufba.
  1. O espetáculo reúne dramatização dança e música no Palco.
Segundo o diretor da apresentação, Fabrício Pimenta, o espetáculo acontecerá no Estádio Municipal Moisés Ávila de Almeida, às 20h, e a expectativa é que abranja a um público maior este ano em virtude de a estreia ser na quinta e não ter a reprise no sábado. A duração do espetáculo é de aproximadamente 50min.

Sobre Fabrício Pimenta:
– Fez parte (co-fundador)  do 1° Grupo Teatral da Cidade (Grupo Mosaico), em 1992/1993.
– Recebeu Moção de louvor da Câmara Legislativa, em 1993.
– Fez parte do grupo de Teatro “Patriun”, em Salvador, 1994 e 1995.
– Em 1996 fiz parte Do grupo de Teatro ” Os Farrapos”, em Aracaju.
– Realizou a 1 semana cultural de Esplanada, em 1997.
– Recebeu o Personastra Revelação artística da região em 1998 e Melhor grupo de Teatro em 1999.
– Fundou a companhia cênica Caras e Bocas em 1998, da qual participou a atriz global Thais Laila.
– Em 1999 teve participação da Cia no Festival de Teatro de Alagoinhas que ficou como destaque no evento e teve matéria no jornal A Tarde da época.
– Fez parte do grupo oficial de Teatro da Uneb.
– Em 2001, a cia de Teatro recebeu decreto de utilidade pública para o município, projeto de autoria da então Vereadora Brígida Lacerda, hoje secretária de Cultura e Turismo.
– Fez parte da Paixão de Cristo na edição dos anos de 2006 a 2009.
– Durante 5 anos criou e dirigiu 2 eventos culturais em Acajutiba: Noite da Poesia e Literatura no Palco. Ambos com alunos de escola pública.
– Fará participação por 2 dias na montagem da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém.

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Da Redação: (esplanadagora@gmail.com)

Foto capa: Divulgação

 

RIO REAL: Operação Tapa Buraco tem início na BA 396

O Prefeito Municipal, Antônio Carroça(PP),o Deputado Estadual Eduardo Salles(PP) e o Secretário Municipal de Transportes, José Emerson, em reuniões na SEINFRA (Secretaria Estadual de Infraestrutura) com o Secretário, Marcus Cavalcanti, cobraram a operação tapa-buracos no intuito de melhorar significativamente o deslocamento dos moradores de Rio Real.
Ainda foi reiterado ao secretário, a nossa solicitação de operação tapa-buracos nos 28 quilômetros da BA-396, nos trechos do entroncamento da BR-101, entre o Distrito de Loreto até a sede de Rio Real, e o trecho que compreende a sede de Rio Real até o município de Itapicuru.
Após as cobranças e a sensibilidade do Secretário os serviços já foram iniciados e a Empresa responsável pelo serviço já está no Loreto para iniciar a operação tapa-buracos.

 

Da Redação: (esplanadagora@gmail.com)
Fotos: Ilza Nery
Fonte: Ascom Rio Real

Prefeitos baianos debatem plano de carreira da educação nesta terça-feira (28)

Projeto UPB Debate, terá outras edições em 2017 e vai trazer temas de interesse municipalista
Nesta terça-feira, dia 28, acontece a primeira edição do UPB Debate, com o tema “A Bomba Relógio do Plano de Carreira da Educação nos Municípios da Bahia”. O projeto terá início a partir das 8h, no auditório Prefeito Lomanto Junior, localizado na sede da instituição na Terceira Avenida, do Centro Administrativo da Bahia – CAB.
Os municípios tiveram o prazo até 31 de dezembro de 2016 para elaborarem planos de carreira para os professores e os profissionais da educação básica de suas redes.  A formação inicial e continuada, o processo de escolha de diretores das escolas, o número máximo de alunos por sala de aula, o sistema de avaliação e a progressão funcional são itens contemplados no plano. A partir deste encontro, os gestores propõem a adequação do plano à realidade de cada município e à sua estrutura.
A programação do UPB Debate, que vai das 8h às 12h, contempla a mesa de abertura, com a participação do presidente da UPB, Eures Ribeiro, do Secretário de Educação do Estado da Bahia, Walter Pinheiro, da Presidente da Undime-BA e Presidente da Undime-Nordeste, Gelcivânia Mota e do Coordenador da Rede de Assistência Formativa para Elaboração/Reelaboração e Gestão de Planos de Carreira e Remuneração dos Profissionais da Educação (SASE-MEC/COPE-SEC/UNDIME-BA), Anderson Passos.
Às 9h30, Anderson Passos vai falar sobre Os Planos Cargos e Remuneração dos Profissionais da Educação. Às 11h, a advogada do setor jurídico da UPB, Márcia Bittencourt, fala sobre Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef) e Precatórios: Ações judiciais. Utilização das verbas decorrentes das ações. Recomendação do Ministério Público Federal e do Tribunal de Contas dos Municípios. Como tem decidido os nossos Tribunais.
A partir das 11h40 os participantes presentes iniciarão o debate sobre o tema. O público-alvo do UPB Debate é formado por prefeitos e secretários de educação. Interessados em participar da primeira edição do encontro devem confirmar presença através do e-mail upb@upb.org.br.
Durante este ano de 2017, acontecerão outras edições do projeto UPB Debate, sempre contemplando temas de interesse municipalista. “Serão encontros oportunos, nos quais vamos valorizar a comunicação como via de mão dupla. Nossa intenção é compartilhar ideias, problemas e soluções entre os prefeitos”, disse o presidente da UPB e prefeito de Bom Jesus da Lapa, Eures Ribeiro.
Serviço
UPB Debate: A Bomba Relógio do Plano de Carreira da Educação nos Municípios da Bahia
Data: 28.03 (terça-feira) / Horário: 8h
Local: Auditório Prefeito Lomanto Junior, sede da UPB (Terceira Avenida, do Centro Administrativo da Bahia – CAB).
convite_programacao_UPB DEBATE_Educacao

 

Da Redação: (esplanadagora@gmail.com)
Foto: UPB
Fonte: UPB