Politica

CPMI da Fakenews tem bate-boca entre deputados e testemunha e deixa o PT no “paredão”

O ex-funcionário de uma empresa responsável por disparos de mensagens em massa nas eleições, acusou Fernando Gabeira de ‘racismo’

A sessão CPMI da Fakenews desta terça-feira (11) foi marcada por bate-boca entre os deputados e senadores e Hans River, ex-funcionário de uma empresa listada como uma das responsáveis por disparos em massa por aplicativos de mensagens nas eleições de 2018.

Hans River, que é negro, acusou o deputado Fernando Gabeira (PV-RJ) de chamá-lo de “favelado” por causa da cor da pele. O deputado rebateu e disse que a testemunha “mentiu”.

O deputado Felipe Barros (PSL-PR) entrou na discussão e criticou o colega de plenário.  “É uma denúncia grávissima, de um parlamentar praticando um ato de racismo contra nosso depoente”.

O senador Rogério Carvalho (PT-SE) também perdeu a cabeça, e aos gritos pediu que Hans River respeitasse os parlamentares. “Ele não está aqui na condição de convidado. Ele está aqui na condição de convocado. Você não tem o direito de falar agora”. O petista ainda disse que, “se não houver respeito”, pediria a prisão imediata do depoente.

Durante o depoimento, Hans River disse que a Yacows, empresa responsável por disparo em massa de mensagens em aplicativos de conversas, era ligada ao PT e recebeu dinheiro do partido. O deputado Rui Falcão (PT-SP) pediu a palavra para desmentir a testemunha.

Convocado pelo próprio Rui Falcão, Hans River garantiu que nunca fez campanha para o presidente Jair Bolsonaro.

Da Redação do EA

(Com Informações do R7)

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