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UMA “PSEUDO-ESQUERDA” DELIRANTE QUE ATRASA O PAÍS E O MUNDO

15/11/2021

Thomas Sowell é um brilhante economista americano, negro, nascido em 1930 em uma família muito pobre. Trabalhou na Universidades de Chicago, Columbia e Harvard. Ele foi Marxista por muitos anos. Depois percebeu que a teoria Marxista como ideia é maravilhosa, mas como realidade é desastrosa.

 “O socialismo não funciona, mas cada falha acaba sendo explicada pela inadequação de determinados líderes”.

De modo geral, a esquerda ataca o capitalismo como se todos fossem banqueiros ambiciosos, avarentos e sem escrúpulos. Mas, na verdade, não existe outro sistema de produção. A História prova, através de dados concretos, que o Estado é um péssimo empreendedor. Mas, como disse Sowell, “geralmente é fútil tentar falar de fatos e análises para pessoas que estão desfrutando de um senso de superioridade moral em sua ignorância.”

A atual polarização no Brasil parece mostrar duas tendências: aqueles que querem engordar o Estado para continuar mamando em suas tetas, enquanto perpetuam um populismo paternalista disfarçado de “justiça social” – essa é a nossa “pseudo-esquerda”, querendo derrubar o atual governo a qualquer custo.

Por outro lado, há aqueles que acreditam em mais transparência, no dinamismo da iniciativa privada, no vigor das exportações, na geração de empregos, no fortalecimento de um mercado interno, na conclusão de obras paradas por governos anteriores, no enxugamento da máquina pública.

Esse parece ser o caminho de desenvolvimento sendo proposto pelo atual governo, com todas as suas imperfeições e seus inimigos: a mídia que parou de ganhar dinheiro do governo, políticos que pararam de lucrar com um Estado gordo, corruptos que se beneficiam do dinheiro público e reagem a qualquer reforma, governos de esquerda que ganhavam dinheiro de graça do BNDES.

Traficantes que se beneficiavam da misteriosa falta de policiamento em fronteiras e estradas nos governos anteriores, juízes que agora estranhamente se posicionam politicamente, artistas milionários que lucravam com dinheiro de graça que deveria beneficiar a cultura popular, e todos aqueles desfrutando de um senso de superioridade moral porque teimam em pensar que o governo atual seria representado pelo avarento, egoísta, genocida, fascista, direitista.

Da Redação do EA

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