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SP PASSA A USAR ARMA ANTIDRONE EM PRESÍDIOS

17/11/2021

Equipamentos de origem australiana custaram R$ 2,8 milhões ao governo estadual e interceptam drones a mais de 1 km de distância

O estado de São Paulo passou a utilizar equipamentos que impedem que drones cheguem até os presídios paulistas levando celulares, carregadores e drogas, entre outros itens.

O sistema antidrone consiste em quatro “armas” que custaram juntas R$ 2,8 milhões ao governo estadual. Elas se tornaram uma ferramenta contra esse acesso ilegal das penitenciárias, delito que cresceu em 2020, quando as visitas foram restringidas por conta da pandemia.

O equipamento de cerca de 12 quilos chama a atenção pelo tamanho e pelo formato, que lembra o de uma arma de grandes proporções. Agentes de Escolta e Vigilância Penitenciária foram treinados em agosto pela SAP (Secretaria da Administração Penitenciária) em um presídio na Grande SP e passaram a dominar o uso da nova tecnologia.

O equipamento de origem australiana é capaz de interceptar drones a uma distância de mais de mil metros. As “armas” interferem no link de dados, fazendo com que a comunicação entre o criminoso e o drone seja interrompida. O operador do sistema antidrone assume então o controle do objeto voador, podendo fazê-lo voltar à origem – o que permite a identificação dos infratores. É ainda possível forçar a descida do drone ou mantê-lo em voo estacionário.

Da Redação do EA

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