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H3N2: BAHIA REGISTRA 54 ÓBITOS CAUSADOS PELA DOENÇA

11/01/2022

Casos de Flurona (infecção simultânea de Covid-19 e influenza), também já foram diagnosticados

Nos últimos meses, a Bahia tem enfrentado crescimento acelerado de síndromes gripais ocasionados pela Influenza A, do tipo H3N2; o que vem gerando Unidades de Pronto de Atendimento (UPAs) e gripários lotados em vários municípios, incluindo Salvador.

Segundo dados do último boletim divulgado pela Secretaria da Saúde do Estado (Sesab), na sexta-feira passada (7), a Bahia registrou 54 óbitos, sendo 42 residentes em Salvador, três em Feira de Santana, dois em Canavieiras, um em Valença, um em Laje, um em Teixeira de Freitas, um em Cabaceiras do Paraguaçu, um em Urandi, um em Sapeaçu e um em Camaçari.

De acordo com o balanço da Sesab, de 1 de novembro de 2021, até a última sexta-feira (7), 1.661 casos de influenza A, do tipo H3N2 já foram registrados, em 128 cidades do estado. Destes, 348 evoluíram para Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), necessitando internação.

Já nos dados divulgados na sexta (7) pela Secretaria Municipal da Saúde, entre o período de novembro de 2021 e 7 de janeiro deste ano, a capital baiana registrou 48 óbitos em decorrência de complicação da doença, e 1.064 casos de influenza na cidade.

Casos de Flurona (infecção simultânea de Covid-19 e influenza), também já foram diagnosticados. A Sesab informou no último balanço, que o estado possui 11 casos de pessoas infectadas simultaneamente em cinco cidades: Salvador (6), Feira de Santana (2), Lauro de Freitas (1), Camaçari (1) e Juazeiro (1); as idades dos pacientes variam entre 13 e 91 anos.

Ao todo, a capital baiana possui uma população estimada de 339.329 idosos, de acordo com o último recadastramento feito pela Secretaria Municipal da Saúde. Destes, 220.868 foram vacinados contra a gripe, o que corresponde a 55% deste público.

Da Redação do EA

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