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MORRER NO EXERCÍCIO DA PROFISSÃO OS DESAFIOS DE SER POLICIAL

15/04/2022

Em qualquer profissão, a morte constitui um desfecho trágico e impactante. No caso de policiais, mesmo sabendo que muitas vezes correm risco de vida ao exercerem uma função perigosa, não é diferente. Cada homem ou mulher mortos deixam para trás uma sociedade mais assustada, violenta e insegura.

Recente levantamento realizado pelo Instituto Monte Castelo, centro independente de pesquisa com sede em Brasília, aponta que, em 2021, assim como a taxa de homicídios geral do país, o número de policiais mortos caiu – mas continua em um nível inaceitável. Dos 136 agentes de segurança assassinados no ano passado, 111 eram policiais militares, 21 eram policiais civis, três eram policiais rodoviários federais e um era policial federal.

O estudo se baseou em informações recebidas diretamente das unidades da Federação e das instituições de segurança pública sobre o número de policiais da ativa assassinados em patrulha nas ruas do país ou quando conduzem trabalhos de investigação. O objetivo é divulgar a perda de vidas dos policiais no combate à criminalidade para que seja possível implementar uma política pública que minimize o problema.

As restrições impostas pelo Judiciário têm tornado a atuação da polícia mais difícil e colocado em risco a vida dos agentes de segurança.

Em 2020, o STF limitou severamente a atuação da polícia em áreas comandadas por organizações criminosas no Rio de Janeiro. Usando a pandemia como pretexto, a corte estabeleceu, dentre outras coisas, que as incursões precisam ser comunicadas com antecedência ao Ministério Público.

Da Redação do EA

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