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MERCADO LIVRE ENFRENTA PRESSÃO COM FORNECEDORES DENUNCIANDO ‘CALOTES’

10/06/2022

Empresa referência em vendas virtuais no Brasil, o Mercado Livre é alvo de reclamações de atrasos nos pagamentos por parte de fornecedores e prestadores de serviços, que denunciam problemas que estão enfrentando diante da conjuntura.

Com mais de 13 mil colaboradores diretos no Brasil, na Bahia o grupo tem cerca de 450 contratados que atuam diretamente no Centro de Distribuição (CD) de Lauro de Freitas, inaugurado em agosto de 2020.

“Temos acompanhado a situação, com aumento de queixas, suspensão dos serviços e fornecimento de produtos para funcionamento do CD da Bahia”, afirmou um empresário que pediu sigilo sobre sua identidade, alegando questões contratuais e mercadológicas.

Ele afirmou ainda que existem empresas com quatro e cinco meses em atraso, mas também 10 meses de pagamento atrasado, e relatou que recentemente “por falta de pagamento, uma empresa retirou os equipamentos que forneciam café para os trabalhadores”.

Os denunciantes disponibilizaram ainda um extrato do Serasa Experian, referente a um dos CNPJs do Grupo Mercado Livre, onde consta a seguinte mensagem: “Este CNPJ está com status de ‘Inadimplente no mercado ou possui indicativo de Recuperação Judicial ou Extrajudicial’”.

Criada em 1999 com sede na Argentina, o Mercado Livre tem plataforma em operação em 18 países, com a proposta de facilitar todo processo de compra e venda pelo sistema e-commerce, também com serviço de anúncio, logística de transportes e gestão de negócios.

Da Redação do EA

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